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Os concorrentes do canal conveniência em postos |
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Por José Cláudio Correra
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01 de março de 2010 |
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Embora tenham sido os pioneiros - e únicos - com conceitos autênticos
de lojas de conveniência, os postos de combustíveis estão deixando
brechas para que as grandes redes de varejo desenvolvam modelos de
conveniência semelhantes. As lojas tradicionais (atualmente 5274
unidades), que permitiram a criação do canal de conveniência, a partir
das primeiras unidades instaladas em postos de serviços há 22 anos, são
hoje um estímulo para que os grandes varejistas desenvolvam outros
modelos, pulverizando seus pontos de venda e incrustando suas marcas
para atender os consumidores que procuram por facilidades nas suas
compras. O novo consumidor hoje é conhecido por multicanal, ou seja, faz
suas compras em diversos tipos de varejo, considerando como
diferenciais variáveis como facilidade de acesso, proximidade e
familiaridade, dentre outros atributos que compõem o perfil dos clientes
modernos e atuais.
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Oportunidades dependem de planejamento |
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Por José Cláudio Correra
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01 de fevereiro de 2010 |
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Pode acontecer o que quer que seja, mas o varejo
será a bola da vez em 2010. São vários os fatores que
vão motivar os consumidores, como a Copa do Mundo,
eleições, projetos de preparação do país para a Copa
de 2014 e Olimpíadas em 2016. Todos estes eventos
criarão um grande número de empregos e investimentos
em infraestrutura, os quais vão impulsionar o desenvolvimento
do país numa nova fase de maturidade.
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O foco na operação para resultados |
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Por José Cláudio Correra
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01 de dezembro de 2009 |
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A cada visita à Nacs, sinto que a distância entre o nosso mercado e
o norte-americano está ficando maior. Não pela evolução ou por
novidades apresentadas por lá. O motivo é o atual estágio e a rapidez
com que o varejo brasileiro está se adequando e promovendo inovações
tropicalizadas e focadas nos consumidores, criando diversos formatos de
lojas com estratégias de negócio regionalizadas, que apresentam
resultados superiores aos modelos importados na década de 90, os quais
já não fazem mais sucesso como antes, tornado-se alvo de estudos de
especialistas de vários cantos do mundo.
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Um giro pelas lojas de conveniência do Brasil |
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Por José Cláudio Correra
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01 de novembro de 2009 |
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O mercado de varejo tem apresentado profundas mudanças e o
comportamento do consumidor segue a mesma tendência. Ele procura sempre
por inovações, quer sejam no ponto de venda, na variedade de produtos
ofertados, nos serviços prestados ou no conjunto de facilidades, além
da conveniência de comprar perto de casa ou do trabalho. Era comum, até
pouco tempo atrás, ouvir que loja de posto era um ponto de venda para
atender o cliente que parava para abastecer e estava à procura de
cigarros, café, jornal, guloseimas, às vezes itens de emergência, e à
noite os energéticos, cervejas e bebidas alcoólicas, o que criava um
ponto de encontro de jovens barulhentos, nem sempre bem visto pelos
vizinhos.
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Por José Cláudio Correra
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01 de outubro de 2009 |
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O varejo enfrentou diversas mudanças após setembro de 2008, quando
instalada a crise financeira mundial. Mas a alteração mais profunda
ficou por conta dos novos hábitos de compra e de consumo dos clientes,
que se tornaram mais exigentes e práticos, valorizando o seu dinheiro
no conceito “mais por menos”, e passaram a preferir comprar mais perto
de casa ou do trabalho como forma de economizar seu tempo. Parece
pouco, mas esta nova postura interfere diretamente nos formatos de
varejos tradicionais, que precisam se adequar, embora muitas vezes
desconheçam formas de atender às novas necessidades. E a mudança de
postura do consumidor atingiu boa parte da população, das mais variadas
classes sociais, independente de sexo, idade, nível cultural, religião,
entre outros aspectos.
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Recuperação da economia traz novas oportunidades |
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Por José Cláudio Correra
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01 de setembro de 2009 |
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O mercado dá sinais de recuperação, com destaque para as vendas das
categorias de produtos para consumo imediato. E a partir de setembro, o
varejo deve apresentar um crescimento maior, com a chegada da
primavera, além do horário de verão em outubro e a expectativa do 13º
salário, dentre outras variáveis que favorecem as lojas de conveniência.
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