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Conveniência

Atenção aos produtos industrializados!
Atenção aos produtos industrializados!

Notícias de refrigerantes e achocolatados contaminados por soda cáustica ou detergente e bichos mortos encontrados em pacotes de salgadinhos são cada vez mais frequentes nos jornais e nas varas do direito dos consumidores. Mas como se precaver de situações como estas e qual a responsabilidade do varejista?



Comprar e Vender
01 de agosto de 2005
Ilude-se quem pensa que empresariar, na atividade comercial, limita-se ao ato de comprar e vender. Empresariar é correr riscos, conceito clássico que se aplica bem à atividade de revenda de combustíveis. E o risco que se corre, no nosso universo empresarial, vai além de comprar e vender, extrapola o ambiente físico do posto revendedor e pode ser encontrado nas mais diversas facetas do ambiente que nos cerca.
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Ação e reação: Carta resposta publicada na Istoé
01 de junho de 2005

Refiro-me à matéria “Não tem mocinho”, da edição 1856 desta revista. Como presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes – Fecombustíveis, entidade que congrega todo o segmento de comércio de combustíveis em todos os Estados do País, e, tendo sido citado, não poderia deixar de fazer alguns registros, solicitando-lhe que sejam eles levados ao conhecimento de seus leitores:

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A realidade fluminense
01 de maio de 2005

Há mais de 40 anos no mercado de revenda de combustíveis, posso afirmar que a visão que tenho de muitos postos de revenda situados ao longo das rodovias próximas a municípios da Baixada Fluminense, me remete ao começo de minha carreira.

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Argentina mostra a razão da luta contra a verticalização
01 de abril de 2005

Por muito pouco Brasil e Argentina não trilharam caminhos comuns na abertura do mercado de derivados de petróleo. Melhor seria dizer na desregulamentação, no desmonte do controle do Estado, mania que contaminou a América Latina na década de 1990. Como quem não quer nada, as companhias distribuidoras – as mesmas que operam aqui e lá – pressionaram o governo brasileiro com os olhos voltados para a possibilidade de também operarem o varejo, isto é, conectarem-se ao consumidor final, vencendo barreiras impostas pela legislação brasileira.

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Solução definitiva para a ANP
01 de março de 2005

A eleição do presidente da Câmara dos Deputados – fato do mês - se deu em clima de comoção política, mas o que importa é que as instituições são sempre mais importantes que seus eventuais dirigentes. Esta é a regra comum e quem assim não a percebe corre risco permanente de decepção e desencanto. Na ANP (Agência Nacional do Petróleo), uma direção geral interina aguarda solução definitiva. Haroldo Lima, nacionalista clássico – uma qualidade importante neste tempo de globalização desenfreada - é um nome respeitado. Possui muitos atributos, grande parte deles um pouco fora de moda na vida pública não só brasileira, neste início de terceiro milênio. Correção, simplicidade, honestidade de propósitos e atitudes são alguns valores presentes em sua vida pública. Para os empresários do setor de combustíveis, além das qualidades pessoais, somadas ao conhecimento técnico que efetivamente ele tem, ou acima delas, importa reconhecer na Agência, como instituição, as mesmas qualidades, incluindo competência, imparcialidade, capacidade de fazer o mercado andar nos trilhos da normalidade e livre dos desmandos que se avolumaram nos últimos anos, muito deles estimulados por estranhas omissões, a ponto de corromper valores institucionais e, por que não, pessoas. O trinômio - moral, ética e competência - deve se refletir e repetir nas instituições, esta é a síntese. O que se vê, entretanto, é que nem sempre um dirigente correto, honesto e incorruptível, possuidor de rígida moldura ética e moral, tem disposição gerencial para exigir igual conduta de todos e da instituição que dirige. O conjunto ideal pode estar próximo de se concretizar na ANP tão logo a interinidade se transmute em efetividade.

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2005 será um ano de batalha fiscal acirrada
01 de fevereiro de 2005

Este ano começa com substituição na Direção Geral da ANP. Quando esta edição estiver circulando, o novo ocupante da função até então exercida com competência, seriedade e honestidade pelo Embaixador Sebastião do Rego Barros será Haroldo Lima, que exerce interinamente a função no momento. O escolhido tem o perfil adequado, na ótica desta Federação, pois tem disposição para enfrentar com coragem e determinação desvios comerciais que desorganizam o mercado de combustíveis.

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