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01 de fevereiro de 2007 |
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Todo ano eles fazem tudo sempre igual. A cada entressafra o
comportamento pendular dos produtores de álcool renova as incertezas
dos consumidores e lança as mesmas preocupações sobre os Postos de
Revenda. É preciso uma política firme e equilibrada, de regras claras.
Se safra e entressafra são fenômenos recorrentes e afetam a oferta, não
seria de todo difícil a definição de critérios que compensem suas
interferências no mercado. Entra a entressafra, a oferta diminui e o
preço dispara. Todo ano eles fazem sempre igual. Por que não flutuar o
percentual de mistura do álcool anidro na gasolina em função de safra e
entressafra? Diminui a oferta, cai o percentual; aumenta a oferta, sobe
o percentual. Por que não se ter uma política de estocagem? Esses
simples movimentos talvez sejam capazes de evitar oscilações exageradas
no preço do álcool hidratado e de deixar o consumidor mais confiante em
relação ao álcool.
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01 de janeiro de 2007 |
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A Câmara dos Deputados honrou-me com o Mérito Legislativo, em
bela solenidade presidida pelo deputado federal Aldo Rebelo, na
condição de presidente daquela Casa Legislativa. Que razões presidiram
a decisão de conceder-me a honraria? Vou demarcar as últimas duas
décadas como o meu período de maior atuação política junto ao Congresso
Nacional.
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Sindicalismo: Doação, desprendimento, independência e legitimidade |
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01 de dezembro de 2006 |
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Quando Getúlio Vargas convocou o setor empresarial para uma ação
conjunta, parceira, no campo trabalhista, sindical e social, certamente
ele vislumbrava uma ação sistêmica, em que caminhassem, lado a lado,
defesa de legítimos interesses empresariais e prestação de serviços
sociais e educativos para os trabalhadores.
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Após eleições, trabalho árduo novamente |
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01 de novembro de 2006 |
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Quando esta edição alcançar as mãos dos leitores, o Brasil já
terá um presidente eleito para cumprir o mandato que vai de 2007 a
2010. O mercado sabe que a agenda de trabalho de 2007 não será muito
diferente da dos últimos anos. Atravessaremos os 365 dias de 2007
trabalhando, no mínimo, pela manutenção do mercado e propondo sua
assepsia moral, combatendo os vermes indesejáveis, de olho numa
rentabilidade decente que permita o exercício equilibrado da nobre
missão que é operar numa atividade empresarial de interesse público.
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Cartão de crédito: ‘sócio’ sem risco |
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01 de outubro de 2006 |
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Houve um tempo em que foi vedada a utilização do cartão de
crédito na aquisição de combustíveis em postos revendedores. Isso foi
em 1986. O país vivia a turbulência do Plano Cruzado, esforço
quixotesco para debelar a inflação. A tese da Fecombustíveis, na
proposta enviada ao Banco Central, centrava-se na geração indireta de
moedas que o uso do cartão de crédito possibilitava, pressionando para
cima o volume de moeda em circulação, fenômeno contraditório à luta que
se travava contra a inflação. Sendo um produto de consumo obrigatório
para os proprietários de veículos, a proibição leva o consumidor ao
pagamento em dinheiro ou cheque, reduzindo sua capacidade de comprar
outros bens e pressionar a demanda, e conseqüentemente os preços.
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Um negócio chamado revenda |
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01 de setembro de 2006 |
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A temática do 8° Congresso de Postos
Revendedores de Combustíveis, do Estado de Minas Gerais, é mais uma das
evidências da evolução da categoria da revenda brasileira. Além dos
temas diretamente relacionados ao exercício da atividade profissional,
a programação traz, por exemplo, palestra de Wilson Nélio Brumer, sobre
o tema: “A evolução da economia do Estado de Minas Gerais”. O que o
tema tem a ver com a revenda, pode-se perguntar? Tudo, responderia.
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