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O petróleo é nosso, mas o pré-sal é vosso, será? |
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01 de maio de 2009 |
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Quem acompanha com interesse notícias sobre a indústria do petróleo
tem se deparado com algumas posições que no mínimo soam estranhas. O
lema da década de 1950 “o petróleo é nosso” transfigurou-se, nesse
início do século 21, em “o pré-sal é vosso”. Alguns técnicos,
engenheiros e petroleiros historicamente vinculados à Petrobras – uma
vez devidamente aposentados – fazem essa transposição de pensamento sem
nenhum constrangimento aparente. Entre “o petróleo é nosso” e “o
pré-sal é vosso” o diferencial é a fonte de pagamento. Uma vez fora da
Petrobras, empresa-orgulho de todos nós, a ideologia dá lugar ao
contracheque e transmuta-se. O leitor desatento corre o risco de dar
todo crédito às mais variadas opiniões, sem o cuidado de perguntar:
Quem está falando? Para quem trabalha? Formou-se na “universidade”
Petrobras?
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01 de novembro de 2008 |
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O pré-sal entrou na vida dos brasileiros em 2008. Chegou com a
notícia da descoberta de óleo e gás a mais de 7 mil metros de
profundidade. Na bacia de Campos, na área do poço de Tupi, reservas
estimadas entre 5 a 8 bilhões de barris. Na bacia de Santos, mais
reservas de 3 a 4 bilhões de barris. Não é pouca coisa, as duas áreas
somadas dobram as reservas atuais. Mas há muito mais. Para Giuseppe
Bacoccoli, da UFRJ, as descobertas apontam a possibilidade de o Brasil
ter “se não uma Arábia Saudita, com seus 250 bilhões de barris de
reservas, ao menos um Irã ou um Iraque, países que dispõem de reservas
na casa de 100 bilhões de barris”.
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31 de maio de 2007 |
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Cumpri mais um ciclo significativo da minha vida
político-empresarial. Reeleito para mais um mandato à frente da
Fecombustíveis, licenciei-me, imediatamente, deixando a presidência –
de fato e de direito – com Paulo Miranda, vice-presidente, que nos
últimos anos, na presidência do sindicato do Estado de Minas Gerais,
capitaneou uma das mais produtivas gestões em nosso meio, transformando
a entidade mineira num exemplo para todos nós.
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30 de abril de 2007 |
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Como presidente da Fecombustíveis viajo com freqüência. Posso
dizer que o avião é, para mim, um instrumento de trabalho tão
importante quanto, às vezes até mais, o local físico de trabalho. E não
só para mim, bem como para todos os presidentes dos 27 sindicatos
filiados à Federação.
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31 de março de 2007 |
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No início do governo Lula, o presidente afirmou que “o Brasil
havia sido terceirizado”. Era uma alusão, creio, não só ao processo de
privatização, conduzido pelo governo anterior, mas, também, uma crítica
à autonomia das agências reguladoras.
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O fim do“seja-o-que-Deus-quiser” no pagamento de tributos |
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28 de fevereiro de 2007 |
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O sonho de todo secretário de Finanças, governador, prefeito,
ministro da Fazenda, secretário da Receita Federal é o recolhimento de
todo tributo na fonte, ali na boca do caixa: comprou, pagou, recolheu,
risco zero de sonegação. O sonho de consumo dessas autoridades se
aplica aos tributos monofásicos e também àqueles incidentes sobre o
valor agregado, em várias etapas, como o ICMS.
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