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Assista ao vídeo do Sindicom com esclarecimentos sobre a sonegação fiscal no etanol.

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Atuação Sindical
Vem aí o 2º Promosin
Novembro 2010

O Sindicombustíveis-DF realizará o 2º Programa de Modernização Sindical (Promosin) no dia 11 de novembro, no auditório do Sindicato, buscando discutir com os associados as linhas de ação, adequadas aos novos tempos, e definir as metas para a gestão de 2010 a 2014.

Nesta segunda etapa, o objetivo é debater os resultados alcançados e as novas propostas para reprogramar a atuação do Sindicombustíveis-DF, adequando-as às recomendações e

metodologia do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (SEGS).

Na visão da atual gestão do Sindicombustíveis-DF, as ações para aperfeiçoar o trabalho do Sindicato não podem parar no tempo, ancoradas em boas iniciativas, mas sim melhorar, renovar sempre, antecipar-se às novas circunstâncias e demandas da clientela –

o empresariado da revenda de Brasília – às exigências do próprio Sindicato, do mercado do Distrito Federal e da grande evolução do Sistema de Representação Sindical do Comércio, o SICOMERCIO.

Aprovado pela categoria em 2003, o Programa foi implantado no primeiro ano da nova gestão, sob a liderança do empresário José Carlos Ulhôa Fonseca, e se tornou instrumento pioneiro e renovador no ambiente sindical.

Um modelo de mudança organizacional planejada, que deflagrou o processo de modernização do Sindicato, com base em técnicas de planejamento estratégico e ampla participação dos associados.

Implementado em 2004, o Promosin resultou do debate democrático entre todos os integrantes do Sindicato e formulou 27 propostas voltadas a modernizar e estabelecer um novo modelo de gestão do Sindicato. Com os direcionamentos certos em relação à atualização estrutural e operacional, foi possível cumprir de forma eficiente o principal: a missão do Sindicato.

“Proporcionar aos associados do Sindicombustíveis-DF assessoria técnica, jurídica, ambiental e outras de interesse da categoria, integrando-as por intermédio de ações de congraçamento e informações, de forma a buscar harmonia junto à categoria e à sociedade.”

Assim, de forma organizada, o Promosin ajudou a colocar em ação uma série de atividades essenciais para a modernização da nova gestão. Das 27 medidas corretivas propostas, nenhuma deixou de ser tratada. O sucesso da execução do programa mostrou que oito dos levantamentos estão em andamento, apenas dois estão em estudo, tendo sido as demais implementadas.

 
Placa mostra peso dos impostos nos preços
Outubro 2010

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Para mostrar que não há milagre quando o assunto é preço, o posto Auto Posto Galileu, em Curitiba, elaborou uma placa que mostra, de forma clara, o valor dos impostos sobre os preços dos combustíveis. No caso do etanol, comercializado no posto a R$1,49, só de impostos são R$ 0,47. Na gasolina, o valor do imposto é ainda maior: R$ 1,17, com produto comercializado a R$ 2,49.

Segundo o dono do posto Paulo Staut, a motivação da placa foi o fato de Curitiba ter um mercado desleal e predatório, motivado, na maioria das vezes, por sonegadores e adulteradores. “O consumidor precisa saber que, quando o preço está baixo demais, alguma coisa está errada”, alerta.

Como um dos principais fatores de escolha na hora de abastecer é o preço, o empresário diz que, assim como outros revendedores honestos, se sente em desvantagem quando tem que concorrer com quem trabalha na ilegalidade. Ele conta que, em época de guerra de preços, a margem de lucro honesta é tão baixa que, para acompanhar os “concorrentes”, o jeito é restringir as condições de pagamento. “Sou obrigado a retirar o pagamento com cartão de crédito, por exemplo, para me manter no mercado”, diz.

De acordo com o presidente do Sindicombustíveis-PR, Roberto Fregonese, iniciativas como essa são importantes. “Muitas vezes, tanto o consumidor quanto a mídia falam de preços abusivos, mas é quando se vê o peso dos tributos que se percebe que as margens de lucro são pequenas e, às vezes, nem remuneram a atividade da revenda”, diz Fregonese.

 
Desafios com o pré-sal e sonegação do etanol em pauta
Outubro 2010

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Os postos revendedores da Baixada Santista e Vale do Ribeira têm sentido no bico das bombas de combustíveis o impulso  trazido pela nova realidade econômica da região e pelo pré-sal. Durante o 2º Encontro de Revendedores de Combustíveis da Baixada Santista, Litoral Sul Paulista e Vale da Ribeira, os mais de 200 revendedores associados ao Resan perceberam que é preciso planejamento, organização e muita capacitação para enfrentar a terceira onda de desenvolvimento que vem pela frente da Baixada Santista com a exploração da Bacia de Santos. “Temos que nos preparar para esse boom que está vindo por aí. Como iremos treinar nossos colaboradores? Como acertar se não temos tempo nem dinheiro para tentativas? É importante que estejamos juntos”, afirmou José Camargo Hernandes, presidente do Resan.

E este não foi o único tema em debate. A questão da sonegação, em especial do etanol, também esteve em pauta no encontro, realizado em agosto em Santos. O presidente da Fecombustíveis, Paulo Miranda Soares, fez uma avaliação deste setor para os próximos anos. A expectativa, segundo ele, é que nos próximos sete ou oito anos 70% das vendas nos postos sejam de etanol. “O Brasil passou por um processo de abertura que consideramos não ter tido o devido planejamento. O país é muito grande e talvez, por isso, sejam tantos os problemas, inclusive com ICMS. Embora a questão tributária não seja atribuição da ANP, ela nos ajuda da forma que pode. Agora mesmo tenta aprovar um projeto de lei para que possa fiscalizar as usinas de álcool”, explicou.

A relação de postos revendedores e distribuidoras também foi assunto durante o evento. Em sua palestra sobre contratos comerciais, o advogado Leonardo Canabrava, especialista em mercado concorrencial de combustíveis, chamou a atenção para práticas comerciais presentes em contratos que dão margem a abusos, como a fixação imoderada de preços e margens que, na maioria dos casos, só será identificada no curso da relação contratual.

“Não posso, com apenas três grandes distribuidoras atuando no mercado, criticar a opção daqueles revendedores que resolveram seguir uma determinada bandeira. Mas é importante que, ao negociar, o revendedor esteja ciente de que está assinando um cheque em branco, que pode ser bem utilizado pela empresa ou não”, disse Canabrava, citando um caso de Belo Horizonte, em que uma distribuidora “ofereceu” R$ 1 milhão para o revendedor que assinasse um contrato de cinco anos. “Ele passou a comprar mais caro, sendo que o preço da distribuidora para outros revendedores era mais baixo. A minha sugestão é que os contratos tenham menor tempo de duração ou alternativa de saída para o posto. Temos que desmistificar a ideia de que companhias dão dinheiro a fundo perdido. Há um custo por trás de tudo isso”.

 
Sindipostos-RN
Setembro 2010

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Muita diversão no 2º Arraiá do Sindipostos-RN, realizado em junho, no município de Pium. O evento, que reuniu todos os associados, contou com atrações musicais, comida típica, brincadeiras juninas, entre outras atividades.

 
Assaltantes rendem frentistas em Mato Grosso
Setembro 2010

 

Frentistas do posto Novo Mato Grosso, localizado na região do Coxipó, em Mato Grosso, foram rendidos por seis assaltantes, foram amarrados e obrigados a tirar os uniformes. Para não causar suspeita, os bandidos vestiram as roupas dos frentistas e chegaram a atender clientes no posto. Os assaltantes tinham como alvo o caixa eletrônico do banco Bradesco que fica ao lado do estabelecimento. Os bandidos deixaram um vigilante ferido e levaram do caixa do posto apenas R$ 80.

“Embora o alvo principal não tenha sido o posto, também nos sentimos vulneráveis. Meu caixa acaba de pedir demissão e só agora, depois do assalto, temos policiais realizando rondas. É esse o cenário que sobrou”, disse o empresário Paulo Borghete, que já sofreu com ações de bandidos outras vezes. Há cerca de um mês, o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Mato Grosso (Sindipetróleo) realizou um levantamento que constatou um cenário aterrorizante. De 50 postos entrevistados pelo Sindicato, 42 foram vítimas de assaltos à mão armada neste ano. No total, todos os 42 postos foram assaltados 111 vezes. (Simone Alves)

 

 
Sindipostos-RN
Setembro 2010

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O Sindipostos-RN reuniu, em junho, revendedores e empresários para um evento exclusivo e inovador. A intenção foi apresentar soluções técnicas e equipamentos e formas de instalações para a revenda, com destaque para as novidades do mercado e atenção na qualidade e na economia. O evento foi realizado em parceria com as empresas Dresser Wayne, Metalsinter, Arxo-Sideraço e Zeppini.


 
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