Direto da Redação
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Fecombustíveis repudia acusações de cartel |
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13 de abril de 2011 |
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A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) repudia as acusações de formação de cartel feitas contra os postos de combustíveis em todo o Brasil e lembra que a alta da gasolina é consequência direta da escalada de preços averiguada no etanol anidro, o qual é adicionado à gasolina A no percentual de 25% para formar a gasolina C, a comercializada nas bombas.
“Trabalhamos num mercado extremamente competitivo, no qual cada centavo faz diferença na hora de atrair o consumidor e nos interessa vender cada vez mais. Além disso, como falar em aumentos abusivos diante das fortes elevações verificadas no custo do etanol na usina? Os números mostram, inclusive, que os postos, na média, absorveram grande parte da alta, ou seja, não repassaram tudo ao consumidor”, explica Paulo Miranda Soares, presidente da Fecombustíveis.
A recente elevação nos preços do etanol nas usinas teve início em junho do ano passado e ganhou fôlego com a entressafra. De lá até o início de abril, o litro do anidro na usina (sem frete ou impostos) subiu 144%, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP), o que gerou um impacto de 16% sobre o custo final da gasolina na média Brasil. No mesmo período, a gasolina aumentou 11% na distribuição e 9,3% nos postos, também na média Brasil, segundo o levantamento de preços da ANP. Somente de janeiro a abril de 2011, os preços do anidro na usina registraram acréscimo de 66,5%, elevando em 10% o custo da gasolina. Na distribuição e revenda, no entanto, os preços subiram cerca de 6,5%.
No caso particular de Natal (RN), é importante destacar que, ao aumento do anidro nas usinas, soma-se ainda a elevação da carga tributária. Além de a alíquota de ICMS ter subido de 25% para 27% para cada litro de gasolina, aumentou também a base sobre a qual incide a tributação, de R$ 2,5831 para R$ 2,6550, o que resultou em um acréscimo médio de R$ 0,07 no custo. De forma geral, o custo médio da gasolina, só considerando o impacto da tributação e do anidro, subiu 12% de janeiro a abril no Rio Grande do Norte, enquanto os preços tiveram acréscimo na bomba de 8% em igual período, o que comprova que os postos sequer repassaram toda a elevação para o consumidor.
Quanto às acusações de cartel, é importante lembrar que, em um mercado extremamente regulamentado como o de combustíveis, é comum confundir o que se chama de “paralelismo consciente de ação” com combinação de preços. O paralelismo nada mais é do que a prática de um determinado concorrente pautar o seu comportamento comercial pela atitude dos seus competidores, com um posto acompanhando as variações do outro para não perder clientes. Importante ainda ressaltar que preços semelhantes são esperados num mercado que apresenta custos similares: um só preço na refinaria, distribuição extremamente concentrada (quatro empresas respondem por 80% do mercado) e salários dos funcionários definidos em convenção coletiva, por exemplo.
Reconhecendo tal situação, a Secretaria de Acompanhamento Econômico (SEAE) publicou um documento de trabalho que propõe uma nova metodologia para identificar cartéis e evitar investigações com base em percepções errôneas. O documento, disponível no endereço http://www.fecombustiveis.org.br/images/flippingbook/documento_cartel.pdf, reconhece que não são suficientes para determinar que há cartel fatos como o paralelismo de comportamento comercial (em particular a semelhança ou igualdade de preços), a simultaneidade dos reajustes e, tampouco, a discrepância entre preços de municípios diversos.
Por fim, a Fecombustíveis lembra que é contra qualquer tipo de acordo ou combinação de preços e cobra punição para todos envolvidos em condutas ilícitas. Vale destacar, inclusive, que o setor de revenda de combustíveis é um dos que mais pedem fiscalização junto à ANP, Secretarias de Fazenda e demais órgãos, como forma de coibir práticas irregulares que ainda persistem no mercado, prejudicando empresários honestos, consumidores e os cofres públicos. Estima-se que somente no etanol a elisão fiscal chegue a R$ 1 bilhão. E o empresário que sonega impostos já sai com uma vantagem de pelo menos R$ 0,3 por litro, o que lhe permite vender mais barato não somente o etanol, mas também a gasolina e o diesel. Chega-se ao absurdo de, em algumas cidades, haver posto vendendo etanol na bomba pelo mesmo preço que as distribuidoras oferecem o combustível a seus postos. O agravante desse fato é que, muitas vezes, o preço praticado pelo sonegador ou adulterador é apontado como referência pela mídia e autoridades públicas, que cobram do empresário honesto aquele mesmo valor na bomba de seu posto.
A Fecombustíveis lembra que o mercado é livre em todas as suas etapas, cabendo a cada distribuidora e posto definir a margem mais adequada a sua estrutura de custo. Entretanto, como ocupam a ponta final da cadeia, com preços exibidos com grande visibilidade, cabe sempre aos postos a tarefa de vir a público justificar eventuais distorções e discrepâncias que ocorrem em outros elos do abastecimento.
A Fecombustíveis representa os interesses de cerca de 38 mil postos de serviços que atuam em todo o território nacional, 370 TRR´s e 40 mil revendedores de GLP, além do mercado de lubrificantes.
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Brasileiro prefere pagar em dinheiro vivo |
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04 de abril de 2011 |
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Quem quiser saber um pouco mais sobre como o brasileiro usa os meios de pagamento deve dar uma olhada na pesquisa realizada pelo Banco Central. Intitulada "O Brasileiro e sua Relação com o Dinheiro", o levantamento mostra que, apesar da forte expansão dos cartões de débito e crédito nos últimos anos, o dinheiro vivo ainda é a primeira opção na hora do pagamento de bens e serviços para 72% da população. Do total, 13% optam pelo cartão de crédito e 14% pelo de débito, enquanto o uso de cheques encontra-se em franco declínio.
A pesquisa mostrou ainda que 55% da População Economicamente Ativa (PEA) recebem seu salário em dinheiro, embora tenha crescido o total de entrevistados que têm conta corrente, de 39% para 51% no período. De acordo com a pesquisa, em 2007, 31% dos entrevistados possuíam cartão de crédito, percentual que subiu para 43% em 2010.
A pesquisa foi encomendada ao Instituto Zaytec Brasil e concluída no primeiro semestre de 2010. Foram feitas 2.089 entrevistas finais, contemplando todas as 26 capitais brasileiras e o Distrito Federal, além de municípios com porte a partir de 100 mil habitantes.
Para acessar a pesquisa, basta clica no link: http://www.bcb.gov.br/htms/mecir/MECIRpesq-2010.pdf
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Postos de combustíveis do Estado do Rio articulam recolhimento de doações |
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14 de janeiro de 2011 |
O sindicato dos donos de postos de combustíveis do Estado do Rio de Janeiro está organizando uma rede de pontos de coleta de donativos para as vítimas das enchentes na Região Serrana.
Postos instalados em locais de grande visibilidade estão sendo os preferidos pelo sindicato, para facilitar o acesso dos doadores de gêneros não-perecíveis, artigos de higiene e colchonetes.
A ideia é que os Postos funcionem como endereços de referência para as doações, que posteriormente serão entregues ao Corpo de Bombeiros de cada local para serem devidamente distribuídos.
SINDESTADO-RJ
Sindicato do Com. Varejista de Combustíveis, Lubrificantes
e Lojas de Conveniência no Estado do Rio de Janeiro - Telefax (21) 2704-9400
Avenida Presidente Roosevelt, 296, São Francisco, Niterói, RJ, CEP 24360-066
(www.sindestado.com.br)
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Shell/Cosan: Nova empresa deve operar em abril |
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13 de janeiro de 2011 |
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Após o sinal verde da Comissão Europeia, os trabalhos seguem intensos na Shell e na Cosan para que a Joint Venture assinada há quase um ano comece a operar efetivamente. Segundo a Combustíveis & Conveniência apurou, por enquanto, a integração se limita à Equipe de Transição, cujos integrantes vêm trocando informações e atuando em parceria nas duas empresas. Mas a expectativa é de que até o final deste mês esta mesma equipe já passe a coordenar as operações diárias dos negócios que farão parte da nova empresa, implementando os planos de integração. Embora isso já permita que os departamentos e funcionários das duas empresas comecem a trabalhar em conjunto, até a conclusão do negócio, Shell e Cosan seguem juridicamente como empresas independentes.
Se nenhum imprevisto ocorrer pelo caminho, após 31 de março a Joint Venture estará operacionalmente pronta, ou seja, terá um único CNPJ (não mais um da Shell e outro da Cosan) e todos os 40 mil funcionários passam a fazer parte do quadro dessa nova companhia. Apesar de não haver ainda nenhuma confirmação oficial, é dado como certo que a marca Esso deixará o mercado brasileiro.
A empresa resultante da Joint Venture irá disputar a vice-liderança do mercado com o Grupo Ultra. Será uma das cinco maiores companhias brasileiras em faturamento, movimentando um volume de 21 bilhões de litros por ano, com rede de 4,5 mil postos e 550 lojas de conveniência.
Os detalhes de toda essa operação devem ser anunciados até o dia 31 de janeiro.
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Revenda questiona aumento do diesel |
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23 de dezembro de 2010 |
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Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes
(Fecombustíveis) cobra explicações das companhias distribuidoras e da Agência
Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) sobre a elevação do custo
do diesel prevista para entrar em vigor a partir de janeiro de 2011, atribuída ao
maior preço do biodiesel. “Durante o ano de 2010, houve reduções nos preços do
biodiesel no produtor, mas essa queda não chegou aos postos e,
consequentemente, também não foi repassada aos consumidores”, explica Paulo
Miranda Soares, presidente da Fecombustíveis.
Conforme
a Federação informou na semana passada, os postos revendedores em todo o Brasil
têm sido comunicados por suas distribuidoras de que o custo do litro do diesel
ficará pelo menos R$ 0,028 mais caro no início do próximo ano, devido aos
maiores preços do biodiesel. No último leilão realizado pela ANP, com produto que
será entregue entre janeiro e março de 2011, o preço médio ponderado do
biodiesel puro (B100) saiu a R$ 2,30 por litro, sem impostos. No leilão
anterior, este valor estava em R$ 1,74, correspondendo ao biodiesel que foi
comercializado no último trimestre deste ano.
Importante
ressaltar que em janeiro de 2010, o biodiesel custava nas usinas, sem impostos,
R$ 2,32 por litro, o que equivale a uma redução de 25% no acumulado do ano,
frente ao R$ 1,74 por litro praticado entre outubro e dezembro. Como a
legislação determina que todo diesel comercializado no Brasil contenha 5% de
biodiesel (B5), se esta queda tivesse sido repassada na íntegra, os preços da
distribuição deveriam ter diminuído 2% no período. Segundo dados da ANP, de
janeiro a dezembro (até a semana encerrada em 17/12) deste ano, o preço do
diesel caiu apenas 0,6% na distribuição e 0,1% na revenda. “O que não
conseguimos entender é por que a queda de 2% não foi repassada para a revenda e
agora que o preço aumentou 2% somos ‘convidados’ a compartilhar os maiores
custos”, questiona Paulo Miranda Soares.
O
presidente da Fecombustíveis lembra que o mercado é livre e que as
distribuidoras podem decidir repassar ou não custos ou ganhos de eficiência,
sempre que achar necessário ou conveniente. “No entanto, entendemos ser
importante a transparência da informação já que nós, os revendedores, somos o
elo mais visível da cadeia e de quem o consumidor cobra explicações”, afirma.
Importante
ressaltar que o preço final em bomba do diesel a partir de janeiro vai depender
da decisão de cada distribuidora e posto revendedor de repassar ou não os
maiores custos do biodiesel, de acordo com seu planejamento estratégico.
O
biodiesel é produzido em usinas autorizadas pela ANP e adquirido, via leilão,
pela Petrobras e pela Refinaria Alberto Pasqualini (Refap). Estas, por sua vez,
revendem o produto às distribuidoras, que são responsáveis por buscar o
biocombustível nas usinas, misturá-lo com o diesel e depois vender aos postos.
É vedada a comercialização direta entre usina e posto.
A
Fecombustíveis representa os interesses de cerca de 37 mil postos de serviços
que atuam em todo o território nacional, 365 TRRs e 34 mil revendedores de GLP,
além do mercado de lubrificantes.
Assessoria
de Imprensa da Fecombustíveis
Morgana
Campos
Gisele de
Oliveira
Mais
informações: 21 2221 6695
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17 de dezembro de 2010 |
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A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) informa que postos revendedores em todo o Brasil têm sido avisados pelas companhias distribuidoras de que o custo do diesel vai subir em pelo menos 2% a partir de janeiro de 2011, devido aos maiores preços do biodiesel.
Por determinação legal, todo diesel rodoviário comercializado no Brasil possui 5% de biodiesel, o chamado B5. Na refinaria, o litro do diesel puro, sem impostos, sai a R$ 1,13. Já o litro do biodiesel puro (B100), também sem tributos, custa R$ 2,30, segundo o preço médio ponderado no 20º leilão de biodiesel da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), realizado em novembro e com previsão de entrega entre janeiro e março de 2011.
O elevado preço do biodiesel – mais que o dobro do diesel de petróleo - deve gerar um impacto final no custo do produto (com impostos, mas sem frete) de R$ 0,028 por litro, ou de 2%. “É importante lembrar que essa conta assume apenas o maior custo do biodesel na usina. Ou seja, não inclui os preços de frete da distribuidora, nem margens de distribuição e revenda”, explica Paulo Miranda Soares, presidente da Fecombustíveis. “Hoje, apesar de a região Sudeste ser a principal consumidora de diesel, concentra apenas 18% da produção de biodiesel. E das usinas até as bases de distribuição, o caminhão-tanque com biodiesel percorre quase mil quilômetros, em média, o que certamente também impacta no preço final”, completa.
Ele lembra ainda que mais de 60% do transporte de cargas no Brasil ocorre pelo modal rodoviário e, portanto, qualquer alteração no custo do diesel tem impacto direto nos preços dos produtos finais.
Além da preocupação com os preços elevados do biodiesel, Paulo Miranda Soares explica que o custo operacional da revenda vem aumentado desde a introdução do biocombustível na matriz energética, em meio à formação de borra e resíduos, gerando a necessidade de trocas mais frequentes de filtros e de limpezas de tanques. Isso sem falar nas reclamações de consumidores sobre problemas em seus veículos, inclusive demandando dos postos reembolso pelos gastos com manutenção e reparo. “O assunto encontra-se em análise na ANP, mas ainda não se chegou a uma solução. Por enquanto, tem cabido à revenda arcar com esses custos, mesmo tendo adquirido um produto dentro das especificações determinadas pela Agência. Várias revendas também têm sido autuadas por diesel com percentual de biodiesel diferente do que prevê a legislação. Mas é importante lembrar que, ao contrário do que acontece com a mistura de etanol e gasolina, não há qualquer teste que possa ser realizado no posto para detectar se realmente recebemos da distribuidora o diesel com 5% de biodiesel. Temos que confiar em nosso fornecedor”, destaca o presidente da Fecombustíveis.
O biodiesel é produzido em usinas autorizadas pela ANP e adquirido, via leilão, pela Petrobras e pela Refinaria Alberto Pasqualini (Refap). Estas, por sua vez, revendem o produto às distribuidoras, que são responsáveis por buscar o biocombustível nas usinas, misturá-lo com o diesel e depois revender aos postos. É vedada a comercialização direta entre usina e posto.
A Fecombustíveis lembra que o mercado é livre e competitivo em todos os segmentos, cabendo a cada distribuidora e posto revendedor decidir se irá repassar ou não ao consumidor os maiores preços, bem como em qual percentual, de acordo com suas estruturas de custo. Entendemos, no entanto, ser importante informar à sociedade sobre a realidade dos fatos para que a revenda varejista, face mais visível da cadeia, não seja responsabilizada por alterações no preço ocorridas em outras etapas do mercado.
A Fecombustíveis representa os interesses de cerca de 37 mil postos de serviços que atuam em todo o território nacional, 365 TRRs e 34 mil revendedores de GLP, além do mercado de lubrificantes.
Assessoria de Imprensa da Fecombustíveis
Morgana Campos
Gisele de Oliveira
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