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Assista ao vídeo do Sindicom com esclarecimentos sobre a sonegação fiscal no etanol.

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Direto da Redação


Receita prorroga prazo de entrega da DIPJ
01 de julho de 2010
As empresas terão mais um mês para entregar a Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ 2010). De acordo com a Instrução Normativa nº 1.051, publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (01/07), o prazo final para envio do documento passou de 30 de junho para 30 de julho.

Segundo nota divulgada pela Receita, a medida foi tomada porque “um grande número de empresas deixou para os últimos dias a obtenção da Certificação Digital junto às autoridades certificadoras ou a solicitação de Procuração Eletrônica à Receita”. Neste ano, tornou-se obrigatório transmitir a DIPJ com a utilização da assinatura digital da declaração, mediante a utilização de certificado digital válido. Quem não tiver certificação digital pode recorrer à procuração eletrônica para delegar poderes a terceiros (contadores ou escritórios de contabilidade) que já tenham o certificado.

Até às 15h de ontem, no entanto, a Receita havia recebido pouco mais de um milhão de declarações, quase a metade do previsto para este ano.

Quem descumprir o prazo está sujeito à multa de 2% ao mês-calendário ou fração, incidente sobre o montante do Imposto informado na declaração, ainda que integralmente pago limitada a 20% (vinte por cento). O valor mínimo da multa será de R$ 500,00 (quinhentos reais). 

 

Segue, abaixo, a Instrução Normativa nº 1.051

 

Instrução Normativa Nº- 1.051, de 30 de junho de 2010

Altera o prazo de apresentação da Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ 2010), de que trata a Instrução Normativa RFB nº 1.028, de 30 de abril de 2010.

O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso das atribuições que lhe conferem os incisos III e XVII do art. 261 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 125, de 4 de março de 2009, e tendo em vista o disposto no art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, resolve:

Art. 1º O art. 5º da Instrução Normativa RFB nº 1.028, de 30 de abril de 2010, passa a vigorar com a seguinte redação:

"Art. 5º As declarações geradas pelo programa DIPJ 2010 devem ser apresentadas até as 23h59min59s (vinte e três horas, cinquenta e nove minutos e cinquenta e nove segundos), horário de

Brasília, do dia 30 de julho de 2010.

......................................................................................" (NR)

Art. 2º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

OTACÍLIO DANTAS CARTAXO

 
Para consumidor do DF, pagar com dinheiro é sinônimo de desconto
30 de junho de 2010
No Distrito Federal, a cobrança diferenciada de preço segundo o meio de pagamento utilizado já é uma realidade, em decorrência de decisão do TJ-DF (não é liminar, trata-se de sentença definitiva). “Realizamos pesquisa  no Distrito Federal que mostra que o consumidor sabe que, se pagar com dinheiro, vai levar o desconto", explica o presidente da Confederação de Dirigentes Lojistas, Roque Pellizzaro Júnior.
Segundo o levantamento, realizado pelo Instituto Análise, entre as justificativas apresentadas pelos consumidores para utilizar o pagamento em dinheiro está “porque é mais fácil obter descontos”, perdendo apenas para “evitar dívidas”.
Entre os que associam pagamento em dinheiro com melhores preços, 67,2% dos entrevistados creditam isso ao fato da loja oferecer descontos nesse meio de pagamento.
Já os cartões de crédito aparecem associados aos maiores preços, principalmente devido aos elevados juros. “Os consumidores acreditam que os melhores preços são conseguidos no pagamento em dinheiro por causa da capacidade de negociação à vista. Porém, não lembraram de nenhuma prática de aumento geral de preço por causa do cartão de crédito”, diz a pesquisa.

 
Relatório Anual da Revenda 2010 já está disponível
14 de maio de 2010

A Fecombustíveis (Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes) lançou ontem (13/5) o Relatório Anual da Revenda de Combustíveis 2010, que consolida os dados referentes ao setor no ano passado.

O Relatório mostra que, apesar da crise, os postos de combustíveis geraram R$ 53,81 bilhões em impostos no ano passado, o que representa um incremento de quase 4% em relação a 2008. E mesmo com o etanol ganhando cada vez mais espaço na matriz veicular brasileira, gasolina e diesel são ainda os principais combustíveis líquidos comercializados pelos postos. O Relatório 2010 traz também dados sobre faturamento e licenciamento ambiental do setor em 2009, um breve cenário da revenda na América Latina e um capítulo especial sobre a história da Fecombustíveis, que em 2010 comemora seu Jubileu de Ouro.

O Relatório Anual da Revenda de Combustíveis 2010 encontra-se disponível para download  no endereço: www.fecombustiveis.org.br/relatorio2010

 

 
Relatório Anual da Revenda de Combustíveis 2010 será divulgado amanhã
12 de maio de 2010
A Fecombustíveis (Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes) lança o Relatório Anual da Revenda de Combustíveis 2010 nesta quinta-feira (13/5), às 15h, na sede da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).
Os principais tópicos do Relatório serão apresentados pelo presidente da instituição, Paulo Miranda Soares, que também comentará as expectativas da Fecombustíveis para o corrente ano. Entre os dados que serão divulgados estão faturamento e arrecadação tributária dos postos e situação da revenda em alguns países da América Latina, bem como as preocupações da revenda em relação à sonegação no etanol e não-conformidade no diesel.
Na ocasião, também será apresentada a nova diretoria da Fecombustíveis.
Ao final do evento, haverá uma coletiva de imprensa.


Lançamento do Relatório Anual da Revenda de Combustíveis 2010
Quando: 13 de maio, às 15h
Onde: Auditório do 9º andar da CNC, localizada na Av. General Justo, nº 307, Centro – Rio de Janeiro (em frente ao aeroporto Santos Dummont)
Informações e confirmação de presença:
Telefone: (21) 2221-6695
Morgana Campos (morganacampos@fecombustiveis.org.br)
www.fecombustiveis.org.br



 
Mudanças à vista no segmento de cartões
03 de maio de 2010

A partir de 1º de julho entrará efetivamente em vigor o compartilhamento das máquinas leitoras de cartão de crédito e débito (os chamados POS), ou seja, um mesmo terminal poderá utilizar diversas bandeiras, o que representará economia com aluguel de aparelhos e energia, entre outros custos.

Mas esses são apenas os impactos mais visíveis dessa medida que, na verdade, é o primeiro passo em direção a significativas transformações que esperamos para esse mercado.

A unificação dos POS, por exemplo, abre espaço para finalmente haver negociações entre revendedores e operadoras de cartão de crédito (Cielo e Redecard dominam o mercado). Afinal, se uma única máquina aceitará todos os cartões, valerá a regra de mercado: ganha o contrato quem oferecer condições mais atrativas. E, para nós revendedores, isso se traduz, especialmente, em melhorias nas taxas cobradas, nos prazos de pagamento e nas modalidades de antecipação.

Dessa forma, os contratos com as operadoras, mais do que nunca, merecem atenção redobrada. Primeiramente, é fundamental não assinar qualquer contrato que imponha fidelização, garantindo assim a opção de mudar de operadora caso as condições oferecidas não sejam as mais satisfatórias. Uma carta na manga da qual não podemos abrir mão.

Além disso, é imprescindível excluir qualquer cláusula contratual que obrigue a cobrar os mesmos preços para pagamento com cartão de crédito e com dinheiro. Embora alguns órgãos de defesa do consumidor sejam contrários a essa prática, a Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça e o Banco Central já se posicionaram favoravelmente à cobrança de preços diferenciados.

Importante ressaltar que não há (nem nunca houve) lei que determine que a venda no cartão deva ser efetuada pelo mesmo preço da venda à vista. Houve sim, no passado, uma portaria da antiga SUNA (Superintendência Nacional do Abastecimento) que assim determinava. Essa portaria, que hoje está revogada, foi reiteradamente invalidada pelos nossos tribunais, apoiados na Constituição Brasileira, que determina que ninguém está obrigado a fazer ou deixar de fazer nada, a não ser em virtude de lei (e portaria, obviamente, não é lei).

E não acredite nas justificativas de que os contratos são padronizados e, por isso, não podem ser modificados. Faça valer sua vontade e seus direitos, afinal trata-se do seu negócio, do seu ganha pão diário.

O governo já anunciou que enviará um projeto de lei ao Congresso Nacional garantindo ao Conselho Monetário Nacional e ao Banco Central poderes para regulamentar a indústria de cartões. Outra boa notícia é a de que Banco do Brasil e Bradesco criaram uma bandeira de cartões de crédito e débito 100% nacional, que irá concorrer com as tradicionais Visa, Mastercard e American Express.

São notícias positivas que nos trazem a expectativa de maior concorrência nesse mercado, o que, com certeza, irá se traduzir em melhores condições de negócios para todos os comerciantes varejistas do país.

A Fecombustíveis seguirá com seu trabalho em conjunto com Sindicatos Filiados e Confederação Nacional do Comércio buscando a regulamentação do segmento de cartões de crédito e débito no Brasil. A luta travada em vários outros países contra os abusos praticados por este setor somente reforça que estamos no caminho correto e que são legítimos os nossos pleitos.

Continuaremos com nosso trabalho, mas você, companheiro revendedor, precisa fazer sua parte: diga não à fidelização e à cláusula que obriga praticar preços iguais para vendas no cartão ou em dinheiro.

A luta é de todo o segmento varejista do Brasil!

Um forte abraço

Paulo Miranda Soares

 

 
CIDE e anidro terão impacto no custo da gasolina
30 de abril de 2010

As mudanças no percentual de anidro na gasolina e na tributação da CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) que entram em vigor a partir de amanhã (01/05) devem mexer com o custo da gasolina nos próximos dias. Segundo cálculos preliminares da Fecombustíveis (Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes), na média nacional, o impacto previsto no custo de distribuição será aproximadamente de R$ 0,0347, variando de acordo com cada Estado.

A partir de 1º de maio o percentual de etanol anidro na gasolina retorna dos 20% para os 25%. A redução havia sido anunciada em janeiro pelo governo e passou a vigorar em fevereiro, com o objetivo de frear a demanda por etanol, evitando assim uma disparada ainda maior no preço do produto nas usinas e afastando definitivamente o temor de desabastecimento.

No segundo dia de maio também termina a redução de R$ 0,08 por litro no valor da CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), que sobe de R$ 0,15 para R$ 0,23 por litro. Essa elevação na tributação (na verdade, apenas um retorno ao patamar anterior) é que explica a provável alta no custo da gasolina, já que supera o impacto de redução que seria proporcionado pelo maior percentual de etanol na gasolina. Entretanto, caso a trajetória de queda no preço do anidro se mantenha nas usinas, é possível que, ao longo dos próximos meses, ele seja suficiente para compensar a tributação da CIDE.

A Fecombustíveis enfatiza que o mercado é livre e competitivo em todos seus segmentos. Sendo assim, o impacto dessas mudanças na bomba dependerá da decisão de cada distribuidora e posto revendedor, que repassarão ou não os reajustes ao consumidor final de acordo com suas planilhas de custo e avaliações de mercado.

A Fecombustíveis representa nacionalmente 34 Sindicatos e a Fergás, defendendo os interesses legítimos de quase 38 mil postos de serviços, 425 TRRs e cerca de 36 revendedores de GLP, além da revenda de lubrificantes. A Federação é filiada à CNC (Confederação Nacional do Comércio) e faz parte da CLAEC (Comissão Latino-Americana de Empresários de Combustíveis).

 
 
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