Direto da Redação
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Relatório Anual da Revenda de Combustíveis 2010 será divulgado amanhã |
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12 de maio de 2010 |
A Fecombustíveis (Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes) lança o Relatório Anual da Revenda de Combustíveis 2010 nesta quinta-feira (13/5), às 15h, na sede da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).
Os principais tópicos do Relatório serão apresentados pelo presidente da instituição, Paulo Miranda Soares, que também comentará as expectativas da Fecombustíveis para o corrente ano. Entre os dados que serão divulgados estão faturamento e arrecadação tributária dos postos e situação da revenda em alguns países da América Latina, bem como as preocupações da revenda em relação à sonegação no etanol e não-conformidade no diesel.
Na ocasião, também será apresentada a nova diretoria da Fecombustíveis.
Ao final do evento, haverá uma coletiva de imprensa.
Lançamento do Relatório Anual da Revenda de Combustíveis 2010
Quando: 13 de maio, às 15h
Onde: Auditório do 9º andar da CNC, localizada na Av. General Justo, nº 307, Centro – Rio de Janeiro (em frente ao aeroporto Santos Dummont)
Informações e confirmação de presença:
Telefone: (21) 2221-6695
Morgana Campos (morganacampos@fecombustiveis.org.br)
www.fecombustiveis.org.br
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Mudanças à vista no segmento de cartões |
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03 de maio de 2010 |
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A partir de 1º de julho entrará efetivamente em vigor o compartilhamento das máquinas leitoras de cartão de crédito e débito (os chamados POS), ou seja, um mesmo terminal poderá utilizar diversas bandeiras, o que representará economia com aluguel de aparelhos e energia, entre outros custos.
Mas esses são apenas os impactos mais visíveis dessa medida que, na verdade, é o primeiro passo em direção a significativas transformações que esperamos para esse mercado.
A unificação dos POS, por exemplo, abre espaço para finalmente haver negociações entre revendedores e operadoras de cartão de crédito (Cielo e Redecard dominam o mercado). Afinal, se uma única máquina aceitará todos os cartões, valerá a regra de mercado: ganha o contrato quem oferecer condições mais atrativas. E, para nós revendedores, isso se traduz, especialmente, em melhorias nas taxas cobradas, nos prazos de pagamento e nas modalidades de antecipação.
Dessa forma, os contratos com as operadoras, mais do que nunca, merecem atenção redobrada. Primeiramente, é fundamental não assinar qualquer contrato que imponha fidelização, garantindo assim a opção de mudar de operadora caso as condições oferecidas não sejam as mais satisfatórias. Uma carta na manga da qual não podemos abrir mão.
Além disso, é imprescindível excluir qualquer cláusula contratual que obrigue a cobrar os mesmos preços para pagamento com cartão de crédito e com dinheiro. Embora alguns órgãos de defesa do consumidor sejam contrários a essa prática, a Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça e o Banco Central já se posicionaram favoravelmente à cobrança de preços diferenciados.
Importante ressaltar que não há (nem nunca houve) lei que determine que a venda no cartão deva ser efetuada pelo mesmo preço da venda à vista. Houve sim, no passado, uma portaria da antiga SUNA (Superintendência Nacional do Abastecimento) que assim determinava. Essa portaria, que hoje está revogada, foi reiteradamente invalidada pelos nossos tribunais, apoiados na Constituição Brasileira, que determina que ninguém está obrigado a fazer ou deixar de fazer nada, a não ser em virtude de lei (e portaria, obviamente, não é lei).
E não acredite nas justificativas de que os contratos são padronizados e, por isso, não podem ser modificados. Faça valer sua vontade e seus direitos, afinal trata-se do seu negócio, do seu ganha pão diário.
O governo já anunciou que enviará um projeto de lei ao Congresso Nacional garantindo ao Conselho Monetário Nacional e ao Banco Central poderes para regulamentar a indústria de cartões. Outra boa notícia é a de que Banco do Brasil e Bradesco criaram uma bandeira de cartões de crédito e débito 100% nacional, que irá concorrer com as tradicionais Visa, Mastercard e American Express.
São notícias positivas que nos trazem a expectativa de maior concorrência nesse mercado, o que, com certeza, irá se traduzir em melhores condições de negócios para todos os comerciantes varejistas do país.
A Fecombustíveis seguirá com seu trabalho em conjunto com Sindicatos Filiados e Confederação Nacional do Comércio buscando a regulamentação do segmento de cartões de crédito e débito no Brasil. A luta travada em vários outros países contra os abusos praticados por este setor somente reforça que estamos no caminho correto e que são legítimos os nossos pleitos.
Continuaremos com nosso trabalho, mas você, companheiro revendedor, precisa fazer sua parte: diga não à fidelização e à cláusula que obriga praticar preços iguais para vendas no cartão ou em dinheiro.
A luta é de todo o segmento varejista do Brasil!
Um forte abraço
Paulo Miranda Soares
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CIDE e anidro terão impacto no custo da gasolina |
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30 de abril de 2010 |
As mudanças no percentual de anidro na gasolina e na tributação da CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) que entram em vigor a partir de amanhã (01/05) devem mexer com o custo da gasolina nos próximos dias. Segundo cálculos preliminares da Fecombustíveis (Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes), na média nacional, o impacto previsto no custo de distribuição será aproximadamente de R$ 0,0347, variando de acordo com cada Estado.
A partir de 1º de maio o percentual de etanol anidro na gasolina retorna dos 20% para os 25%. A redução havia sido anunciada em janeiro pelo governo e passou a vigorar em fevereiro, com o objetivo de frear a demanda por etanol, evitando assim uma disparada ainda maior no preço do produto nas usinas e afastando definitivamente o temor de desabastecimento.
No segundo dia de maio também termina a redução de R$ 0,08 por litro no valor da CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), que sobe de R$ 0,15 para R$ 0,23 por litro. Essa elevação na tributação (na verdade, apenas um retorno ao patamar anterior) é que explica a provável alta no custo da gasolina, já que supera o impacto de redução que seria proporcionado pelo maior percentual de etanol na gasolina. Entretanto, caso a trajetória de queda no preço do anidro se mantenha nas usinas, é possível que, ao longo dos próximos meses, ele seja suficiente para compensar a tributação da CIDE.
A Fecombustíveis enfatiza que o mercado é livre e competitivo em todos seus segmentos. Sendo assim, o impacto dessas mudanças na bomba dependerá da decisão de cada distribuidora e posto revendedor, que repassarão ou não os reajustes ao consumidor final de acordo com suas planilhas de custo e avaliações de mercado.
A Fecombustíveis representa nacionalmente 34 Sindicatos e a Fergás, defendendo os interesses legítimos de quase 38 mil postos de serviços, 425 TRRs e cerca de 36 revendedores de GLP, além da revenda de lubrificantes. A Federação é filiada à CNC (Confederação Nacional do Comércio) e faz parte da CLAEC (Comissão Latino-Americana de Empresários de Combustíveis).
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Vendas de diesel foram recordes em março |
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16 de abril de 2010 |
Para quem ainda tem dúvidas sobre o forte aquecimento da economia brasileira, basta dar uma olhadinha nas vendas de diesel no mês de março. As empresas associadas ao Sindicom, que representam cerca de 80% do mercado de combustíveis, comercializaram 3,538 bilhões de litros no mês de março, patamar recorde na história da instituição. “Março tradicionalmente não é um mês forte na comercialização de diesel, mas esse ano superou todas as expectativas. O recorde anterior havia sido registrado em setembro de 2009, com 3,531 bilhões de litros, sendo que setembro costuma ser um mês forte nas vendas de diesel por conta de safra e outros fatores”, explica Alísio Vaz, vice-presidente executivo do Sindicom.
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11 de março de 2010 |
Foi desencadeada na manhã desta quinta-feira (11/3) a Operação “Chama Azul”, da Polícia Federal em parceria com a Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça e Ministério Público do Estado da Paraíba, para combater a prática de cartel na distribuição do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), o chamado gás de cozinha. A operação contou com 160 policiais federais, além de 13 servidores da SDE.
De acordo com a PF, na operação serão cumpridas 42 ordens judiciais nos Estados da Paraíba, Ceará, Bahia e São Paulo, sendo 14 mandados de prisão temporário e os demais de busca e apreensão. A investigação teve o objetivo de apurar a articulação de agentes econômicos responsáveis pela distribuição de gás de cozinha, visando eliminar a concorrência, com possível participação de distribuidoras do produto. Os envolvidos no crime são empresários e funcionários de empresas distribuidoras ou revendedoras de GLP, que foram indiciados nos tipos penais previstos na Lei 8.137/1990, art. 4º, inciso I, alínea a, e inciso II, alíneas a e c (formação de cartel); Lei 8.176/1991, art. 1º, inciso I (crime contra a ordem econômica: venda clandestina); e no Código Penal, art. 288 (quadrilha ou bando).
Parte das prisões ocorreu em hotel de Fortaleza (CE), onde gerentes das principais empresas do setor estavam reunidos, supostamente para combinar a ação no Nordeste.
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Postos aguardam repasse da redução da CIDE |
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05 de fevereiro de 2010 |
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A Fecombustíveis (Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes) adverte que nem todas as companhias distribuidoras estão repassando, na íntegra, o desconto referente à redução na CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico), anunciada na quarta-feira (03/02) pelo governo. “Todos os aumentos de custos relacionados à diminuição do percentual de etanol anidro na gasolina, de 25% para 20%, já haviam sido incorporados aos preços dessa semana das companhias distribuidoras, sejam referentes a frete ou tributação da gasolina. Com a queda da tributação, há margem, portanto, para que as distribuidoras repassem na íntegra o desconto na CIDE”, enfatiza Paulo Miranda Soares, presidente da Fecombustíveis.
Na manhã desta sexta-feira, o presidente da BR Distribuidora, José Lima de Andrade Neto, informou a Paulo Miranda Soares que sua companhia estava repassando na totalidade, a partir desta sexta-feira (05/12), o desconto referente à CIDE. “Esperamos que todas as distribuidoras sigam a mesma iniciativa. As que não seguirem de imediato, acabarão pressionadas pela concorrência a também reduzir”, afirmou o presidente da Fecombustíveis.
Pelos cálculos da Federação, o desconto na CIDE de R$ 0,08 por litro de gasolina reduziria, num primeiro momento, o custo de distribuição em aproximadamente R$ 0,064 por litro nos Estados onde se adota o PMPF (Preço Médio Ponderado Final) e poderia chegar a R$ 0,10 por litro nos Estados onde se utiliza o MVA (Margem de Valor Agregado), que são: Bahia, Ceará, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo. Nestes, a redução no ICMS já está contabilizada.
Levantamento feito na manhã desta sexta-feira pela Fecombustíveis junto a seus filiados, no entanto, mostra que os descontos ainda estão abaixo do previsto. No Rio Grande do Sul, a maior redução foi praticada pela BR Distribuidora, de R$ 0,0880. Na Bahia, a média de desconto foi de R$ 0,0750. Em ambos os casos, entretanto, a redução deveria ter sido de R$ 0,10, já que os dois Estados adotam MVA.
Dentre as cinco maiores distribuidoras do país, a única que não repassou nenhum desconto até o momento foi a ALE, alegando que ainda dispõe de estoques com preços antigos. Em Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, a Ipiranga vendeu gasolina com redução de apenas R$ 0,03, o menor valor encontrado no levantamento.
A Fecombustíveis mais uma vez enfatiza que o mercado é livre e competitivo em todos os segmentos e que cabe a cada distribuidora e posto revendedor decidirem, de acordo com sua planilha de custos, se irão repassar descontos ao consumidor final. Entretanto, ao não conceder o desconto, a distribuidora diminui a chance do posto revendedor de praticar menores preços ao consumidor.
A Fecombustíveis representa os interesses de cerca de 35 mil postos de serviços que atuam em todo o território nacional, 471 TRRs e 32 mil revendedores de GLP, além do mercado de lubrificantes.
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