Direto da Redação
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ANP:Nomenclatura diesel permanece nas bombas |
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27 de janeiro de 2010 |
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Consultada pela Fecombustíveis sobre a necessidade de alguma alteração na nomenclatura para o produto óleo diesel nos postos, em decorrência da publicação da Resolução nº 42, de 17/09/09, a ANP esclarece que não haverá qualquer mudança na denominação atualmente utilizada. Leia, abaixo, a transcrição do comunicado da Agência.
“Considerando a publicação da Resolução ANP nº 42, de 17/09/09, que estabelece a especificação do óleo diesel de uso rodoviário, comunicamos que os revendedores de combustíveis deverão utilizar uma das seguintes nomenclaturas em suas bombas, placas, faixas de preços e demais identificações visuais: Óleo Diesel ou Diesel”.
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Fecombustíveis apoia redução do percentual de anidro |
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12 de janeiro de 2010 |
A Fecombustíveis (Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes) acredita ser acertada a decisão do governo de reduzir temporariamente o percentual de etanol anidro na gasolina C de 25% para 20%, conforme anunciado na noite de segunda-feira (11/01).
“A nossa preocupação é com a possibilidade de desabastecimento. Em algumas localidades, as distribuidoras já estão administrando os estoques. Não chega a existir racionamento, mas alguns pedidos vêm abaixo do que foi solicitado”, explica Paulo Miranda Soares, presidente da Fecombustíveis, que representou a revenda de combustíveis na reunião em Brasília ontem à tarde, na qual foram discutidos os impactos da mudança. A decisão de reduzir o percentual, no entanto, já havia sido tomada durante a manhã pelos ministros. Para ele, o principal problema é saber quais postos seriam escolhidos para receber etanol, caso a oferta se tornasse ainda mais restrita. “Os postos maiores, localizados em grandes centros ou os de propriedade das companhias distribuidoras com certeza teriam prioridade, mas como ficam os postos localizados em cidades remotas e os quase 15 mil bandeiras branca (sem vínculo com distribuidora), que compram no mercado spot? Precisamos olhar o mercado como um todo, não apenas a situação dos grandes postos embandeirados”, destacou.
Custo – De acordo com cálculos da Fecombustíveis, após os ajustes tributários (sobre o etanol não incide Cide), o impacto da redução do percentual de anidro no custo de distribuição é de 1 a 1,5 centavo na maior parte dos Estados, sem considerar alteração no ICMS. Nos Estados onde o regime de tributação é o MVA (Margem de Valor Agregado), como em São Paulo, o acréscimo pode chegar a R$ 0,05. “Mas é bom lembrar que, mesmo sem a redução do percentual, a expectativa era de que a gasolina subisse, já que o etanol anidro continua em rota ascendente nas usinas”, afirma Paulo Miranda Soares.
A alta, entretanto, pode ser compensada por alterações na CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) que estariam em análise dentro do governo.
Imagem do etanol - Para o presidente da Fecombustíveis, evitar o desabastecimento nos postos é vital não só pelo prejuízo à população e aos postos, mas também para impedir que a imagem do biocombustível seja maculada. “O Brasil quer vender o etanol lá fora, mas como convencer os demais países de que somos fornecedores confiáveis se não conseguirmos nem abastecer o mercado interno? E se houver desabastecimento, essa será a mensagem que enviaremos”, enfatiza.
A redução do percentual de etanol anidro na gasolina C vale a partir de 1º de fevereiro e foi determinada por portaria, com base em determinação do Conselho Interministerial do Açúcar e do Álcool. A previsão é de que a medida dure 90 dias, ao final dos quais o percentual voltaria aos 25%. Segundo Paulo Miranda Soares, ficou acordado durante a reunião que será feito um monitoramento a cada quinze dias, já que a expectativa é de normalização da oferta com o início da safra em março, desde que as chuvas não atrapalhem. “Esse acompanhamento é que irá determinar a necessidade de suspensão ou prorrogação da medida”, frisou o presidente da Fecombustíveis.
Com a redução do percentual, será gerada uma economia de 100 milhões de litros de etanol por mês.
Somente na primeira semana de janeiro, o etanol hidratado comercializado pelas usinas em São Paulo (sem impostos) subiu quase 6% e o anidro, 4%. Em 30 dias até 8 de janeiro, a alta foi de 21% e 14%, respectivamente.
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Entre o otimismo e a estabilidade |
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06 de janeiro de 2010 |
A depender do resultado da nossa última enquete no site da Fecombustíveis, esse ano pelo menos repetirá o desempenho de 2009. Questionados sobre suas expectativas para 2010, 46,4% dos entrevistados responderam que as vendas devem ficar próximas das registradas no ano passado, enquanto 42,9% apostam num cenário mais positivo, retornando ao patamar anterior ao da crise econômica.
Já para 10,7%, esse ano promete ser pior que 2009.
Agora é conferir!
E não deixe de votar na nossa mais nova enquete: “Qual a situação do mercado de etanol na sua região?”
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Ano começa com preços em alta |
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04 de janeiro de 2010 |
Mal janeiro começou e a revenda já vem sentindo o impacto dos custos maiores na aquisição dos combustíveis. Na gasolina e no etanol, a alta se deve aos maiores preços do biocombustível no período de entressafra, num movimento que se iniciou ainda em 2009. Em algumas regiões há inclusive falta do produto. De acordo com o vice-presidente do Sindicom, Alísio Vaz, existe etanol, só que bem mais caro. “São poucas as usinas que estocam para a entressafra, então há gargalos logísticos e formação de filas”, destaca. Apesar disso, ele não acredita que será necessária uma redução no percentual de etanol na gasolina, atualmente em 25%: “seria uma medida traumática, com poucos efeitos práticos”.
Somente em janeiro, o etanol hidratado nas usinas, sem impostos, subiu quase 18% e o anidro, 15%.
Já do lado do diesel, desde 1º de janeiro o percentual de biodiesel no combustível passou de 4% para 5% (B5). De acordo com Alísio Vaz, a elevação no percentual terá impacto no custo das distribuidoras de 1 a 2 centavos por litro. Por enquanto, nenhum problema relevante de abastecimento foi relatado.
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ANP: gasolina com menor teor de enxofre e termo "Etanol" obrigatório |
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11 de dezembro de 2009 |
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou esta semana novos regulamentos voltados para a redução das emissões de poluentes e para a valorização dos biocombustíveis brasileiros. A Resolução n o .39, publicada na edição de 11/12/2009 do Diário Oficial da União, determina que a partir de setembro de 2010 a utilização do nome "etanol", em substituição ao termo "álcool", será obrigatória nos postos de combustíveis. A medida padroniza a nomenclatura brasileira à utilizada no mercado internacional, ajuda a promover o etanol no exterior e deixa o produto mais próximo de transformar-se em uma commodity.
Em 10/12/2009 foi publicada a Resolução ANP nº 38, que estabelece as especificações da gasolina comercial com limite máximo de 50 partículas por milhão (ppm) de enxofre para atendimento à fase L-6 do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve). É uma redução significativa dos atuais 1.000 ppm para 50 ppm e esta gasolina estará disponível para comercialização em 1º. de janeiro de 2014. Além dos benefícios para o meio ambiente, a iniciativa da Agência determina que a partir dessa data toda a gasolina automotiva vendida no país será aditivada, trazendo benefícios para o consumidor.
A ANP vem introduzindo melhorias na qualidade dos combustíveis, por meio de revisões nas especificações brasileiras com resultados significativos para o meio ambiente, sem perder de vista a responsabilidade de contemplar, ao mesmo tempo, a qualidade e a garantia de suprimento. A Agência publicou em 14/10/2009 a Resolução no. 31 que estabelece a especificação do óleo diesel comercial para atendimento à fase P-7 do Proconve. O combustível estará disponível para comercialização no país a partir de 2013 e será destinado aos novos veículos que estão em fase de desenvolvimento pela indústria automobilística para cumprimento dos limites estabelecidos pela referida Fase P7 do PROCONVE.
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Roberto Fregonese reeleito presidente do Sindicombustíveis-PR |
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11 de dezembro de 2009 |
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Concorrendo em chapa única, o presidente do Sindicombustíveis-PR, Roberto Fregonese, foi reeleito nesta quinta-feira (10/12) para um novo mandato de mais quatro anos.
Segundo Fregonese, a reeleição é resultado do intenso trabalho em
defesa do revendedor do Paraná. Nos últimos anos foram dezenas de
assembleias e reuniões promovidas pelo sindicato para que o revendedor
sempre estivesse atualizado sobre o setor em que atua. “Sem contar
eventos como o Paranapetro que deram a oportunidade para que os
empresários tivessem frente a frente com as mais diversas autoridades,
incluindo representantes da ANP”, diz o presidente.
Roberto Fregonese se comprometeu a manter a revenda numa condição
segura para enfrentar novos desafios, como o Código Nacional dos
Combustíveis que está sendo discutido na Câmara dos Deputados. “Além
disso, estamos em tratativa para formar uma cooperativa de revendedores
e prontos para esclarecer os empresários sobre as mudanças no setor
energético, principalmente em relação aos novos combustíveis que serão
mais consumidos nos próximos quatro anos”, avalia.
Ele disse ainda que vai continuar mostrando para a sociedade que a
revenda é apenas um dos elos de uma grande cadeia, não podendo,
portanto, ser vista como vilã a cada reajuste de preço dos
combustíveis. Ele reafirmou ainda o ideal de defender os revendedores
que trabalham dentro da legalidade.
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