| Relatório Anual da Revenda de Combustíveis 2010 |
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Confira os números e fatos que marcaram o setor de combustíveis e lubrificantes em 2009, a situação do licenciamento ambiental dos postos revendedores e as oportunidades que as franquias oferecem na área de conveniência. O Relatório traz ainda um breve cenário da revenda na América Latina e um capítulo especial sobre a história da Fecombustíveis, que em 2010 comemora seu Jubileu de Ouro.
AméricaNão tem sido nada fácil o dia a dia das revendas de combustíveis na América Latina. Ao contrário do Brasil, em boa parte dos países os preços dos combustíveis acompanham as variações da cotação do petróleo no mercado internacional. Entretanto, em muitos, pesa algum tipo de controle governamental sobre os preços, colocando em dúvida a liberdade concorrencial e comprometendo a rentabilidade dos negócio
GasolinaQuem acompanha o mercado de combustíveis apenas pela grande imprensa pode ficar com a impressão de que a gasolina se tornou uma espécie de coadjuvante no downstream brasileiro. Contudo, para quem administra um posto, litro por litro, o derivado do petróleo ainda é responsável por grande parte do faturamento do estabelecimento.
EtanolO mercado de etanol teve um ano atípico em 2009. Os preços chegaram a oscilar quase 100%, sendo que a menor cotação foi registrada em abril e a maior, em dezembro. Tamanha variação nos preços, obviamente, fez com que os consumidores migrassem da gasolina para o etanol e depois percorressem o caminho inverso, mantendo dessa forma o biocombustível na pauta do noticiário nacional ao longo de todo o ano.
DieselO ano de 2009 não foi bom para o mercado de diesel. A pior crise econômica desde a década de 1930 pode ter começado como “marolinha” em 2008, mas afetou o setor produtivo e, consequentemente, foi ruim para o principal combustível automotivo do mercado.
GNVEntra ano, sai ano e o GNV segue em stand by, aguardando a atenção governamental para ganhar um impulso na matriz energética do país ou, pelo menos, torcendo para que declarações desastrosas ou ameaças de escassez do produto não minem a confiança do consumidor, como vem ocorrendo nos últimos anos.
GLPApós um longo período de estagnação, o setor de GLP recuperou um pouco o fôlego em 2009. Os preços na refinaria permaneceram congelados, embora alguns repasses tenham chegado ao consumidor, refletindo reajustes de salários e outros custos
Lubrificantes
O segmento de lubrificantes não saiu ileso da crise que atingiu a economia mundial no final de 2008. De acordo com dados do Sindilub (Sindicato Interestadual do Comércio de Lubrificantes), a retração foi da ordem de 3% em 2009, refletindo especialmente a menor demanda de óleos lubrificantes pelo segmento industrial.
AmbienteDesde que a Resolução 273 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) foi editada, em novembro de 2000, os empresários do setor se tornaram mais conscientes quanto à importância da preservação ambiental e passaram a valorizar o licenciamento e as obras de adequação.
LegislaçõesO ano de 2008 não trouxe uma enxurrada de novas legislações, mas as que entraram em vigor impuseram mudanças significativas. No âmbito da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), o destaque ficou por conta da Resolução nº 33/08, que revisou a Portaria ANP nº 116/00, uma antiga demanda do setor.
Conveniência
O conceito store-in-store (loja dentro de loja) é uma tendência cada vez mais forte nos postos de combustíveis. Não é de hoje que as lojas de conveniência agregam outras marcas no intuito de incrementar sua oferta de serviços, especialmente daqueles voltados à alimentação.
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